

Secretaria de Educação e Cultura
e-mail: educacao@pindamonhangaba.sp.gov.br
Bárbara Zenita França Macedo
Secretária de Educação e Cultura
Marcia Fernandes Lima Silva
Diretora Pedagógica
Neide Maria Pereira Andrade
Diretora do Depto de Administração da Educação
Paulo Tarcísio da Silva Marcondes
Diretor do Depto de Cultura
DEPARTAMENTO DE CULTURA
Rua dos Andradas, 541 – Centro – Tel. 3643-2690 e 3642-1080
E.mail: dcultura@bighost.com.br
Diretor: Paulo Tarcizio da Silva Marcondes
ATIVIDADES e PROGRAMAS
CADASTRO DE ARTISTAS
BIBLIOTECAS
CARNAVAL
PROJETO ARTE EDUCAÇÃO
EXPOSIÇÕES DE ARTES PLÁSTICAS
EXPOSIÇÕES DE ORQUÍDEAS
PROJETO GURI
DOMINGO NO BOSQUE
FEIRA DE ARTES
SARAUS
CORPORAÇÃO MUSICAL EUTERPE
PROJETO JATAÍ
SEMANA MAZZAROPI DE PINDAMONHANGABA
MAPA CULTURAL PAULISTA
MOSTRA DE ARTES DEZ DE JULHO
CONCURSO NACIONAL E INTERNACIONAL DE TROVAS
EXPOSIÇÃO “MEMÓRIA VIVA”
DOMINGÃO SERTANEJO E FESTIVAL DE MÚSICA SERTANEJA
FESTAS NOS BAIRROS
PROJETO REVELANDO SÃO PAULO
APOIO AO ARTISTA e FORMAÇÃO DO ARTISTA
FESTE - FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO
FESTIL – FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO
TRIBUTO A CHICO ALVES
FESTIVIDADES NATALINAS
MONUMENTOS
DESFILES NA SEMANA DA PÁTRIA
CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA
CADASTRO DE ARTISTAS
Para que possam participar das programações do Departamento de Cultura, os artistas devem efetuar seu cadastro na sede do departamento, na Rua dos Andradas, 541, Centro (junto à Praça Padre João de Faria Fialho).
O artesão deve primeiramente fazer sua inscrição no PAT – Av. Mons. João José de Azevedo, 125, no Crispim, onde funciona uma seção da SUTACO. Feito isto, basta comparecer ao Departamento de Cultura apresentando seu comprovante da SUTACO e também seus documentos pessoais e comprovante de residência.
Para os demais artistas basta o comparecimento na sede do Departamento de Cultura, com documentos pessoais e comprovante de residência.
Em agosto de 2005 estavam cadastrados:
| Artesãos |
275 |
Artistas plásticos |
72 |
Conjuntos musicais |
66 |
Grupos de dança |
27 |
Escritores e poetas |
30 |
Grupos de teatro |
10 |
Locutores |
9 |
Além destes artistas locais, também estão cadastrados os grupos de teatro de qualquer local do país, que se inscrevem anualmente para o FESTE – Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba.
BIBLIOTECAS
As bibliotecas municipais funcionam de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h, sem interrupção para o almoço. Atendem os interessados em pesquisas no próprio local e também os interessados em retirada de livros. Também oferecem serviço de pesquisas via internet. Semanalmente promovem a atividade “Hora do Conto”, em parceria com o Departamento de Educação, destinada aos alunos da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental.
As Bibliotecas também funcionam como Espaços Culturais, sediando mostras de arte, exposições de orquídeas, mostras filatélicas, saraus e palestras.
A Biblioteca “Vereador Rômulo Campos D’Arace”, também chamada de “Biblioteca do Bosque”, localizada na Ladeira Barão de Pindamonhangaba, no Bosque da Princesa, é a mais antiga do município. Foi inaugurada no dia 13/02/1941, pelo Dr. José Martiniano Vieira Ferraz. Conta com acervo de 41.156 livros, além de revistas, fitas de vídeo e DVDs. Têm 10.028 leitores cadastrados.
A Biblioteca “Profª. Maria do Carmo dos Santos Gomes” fica na Vila São Benedito, na Rua Guilherme Nicoletti, n.º 965. Foi inaugurada em 26/11/1993 pelo Prefeito Francisco de Assis Vieira e tem no seu acervo cerca de 6.000 livros, além de fornecer outros serviços.
A Biblioteca “Profª. Maria Bertha César” fica em Moreira César, na Rua Dr. Gonzaga, s/n.º Foi inaugurada em 27/06/1994 pelo Prefeito Francisco de Assis Vieira, e tem no seu acervo 11.627 livros, além de outros materiais de leitura.
CARNAVAL
A origem do carnaval é bastante discutida. Há indícios que seu aparecimento remonta 1200 a.C. Era uma festa pagã, comemorada como culto à Íris, deusa da terra. Nas festas Dionisíacas, havia manifestações e representações de cenas mitológicas sobre a vida de Dionísio, celebradas na Grécia antiga. Na Europa medieval, aconteciam desfiles dos mascarados pelas ruas e brincadeiras (entrudos), durante as quais os foliões jogavam farinha de trigo, polvilho, barro e água entre si.
Trazido para o Brasil, o entrudo foi enriquecido com o ritmo e a ginga do povo africano. Durante o período colonial, a festa do entrudo antecedia a quaresma. Os escravos iam para as ruas e participavam da diversão com brincadeiras de molha-molha, mela-mela, baldes com água, farinha e limão de cheiro. A elite portuguesa não participava da festa porque, às vezes, essa se tornava muito violenta, com brigas entre os participantes. Por isso, acabou sendo proibida. Em seu lugar ficou o carnaval, com diversões mais amenas.
Os desfiles de Carnaval são de longa tradição em Pindamonhangaba. Segundo registro no livro “Minha Terra Minha Gente”, de Júlia San Martin Boaventura, o carnaval de Pindamonhangaba era comemorado de forma inocente, mas, como manda a tradição, levado a sério. Essa foi uma época, (de 1936 a 1948), em que, entre outros, desfilavam pela cidade os blocos da Prainha, Tenho Pena, Marinheiros, Flor da Mocidade, Vai Quebrar, Flor de Abacate, Camisa Preta, Quem Fala de Nóis Tem Paixão, Princesa do Norte, Relaxo, Brotinhos, Ferroviária, Caiapós, Pinga-Fogo e Boêmios do Morro (que mais tarde se transformou na Escola de Samba Pindense). Também desfilavam a escola de samba do Corinthians, que mais tarde passou à denominação de Alto do Cardoso, e a de Coruputuba.
Como não existiam fantasias prontas naquela época, as donas de casa e costureiras se dedicavam a aprontar os mais caprichados modelos, inspirados em fotos e ilustrações de revistas como: O Cruzeiro, Figurino Moderno, La Família, Fon-Fon, entre outras.
O carnaval sempre foi comemorado na Praça Monsenhor Marcondes e os blocos saíam ainda de dia, desfilando ao redor do chamado “jardim”. No lugar de carros alegóricos, carros abertos, com o desfile de moças da sociedade, os bonecões “Zé-Perera” e “Maria-Perera” e o tão temido Boi-Jacá.
À noite, os foliões de Pindamonhangaba continuavam a comemoração nos bailes em clubes da cidade, como o Literário e a Ferroviária.
A artista plástica Maria Luiza Bartholomeu, chegou a Pinda em 1960 e viveu de perto a alegria desses carnavais. Ela foi uma das fundadoras e criadoras de fantasias para Bloco dos Bruxos, Sinaleiro, Andrômedas e, principalmente, a USPP (Unidos Sambamos Por Pindamonhangaba), que teve 22 anos de participação ativa no carnaval da cidade.
Na década de 1960, ela atuou como diretora social do Clube Literário e Recreativo, que realizava os bailes e matinês mais tradicionais da época. Durante esse tempo, Maria Luiza se dedicava a confeccionar fantasias para seus filhos pequenos, Afonso e Márcia, que sempre ganhavam concursos em matinês. Com isso, foi transferindo o gosto pela folia para as crianças, que cresceram e começaram a formar seus próprios blocos carnavalescos, aos quais ela dava apoio total, cedendo sua casa para a produção do grupo. Isso aconteceu até o nascimento da USPP. A partir da estruturação do bloco, que depois se transformou em escola de samba, Maria Luiza passou a dedicar mais ainda de seu tempo ao carnaval e, principalmente, incentivar a disputa com outro bloco de grande destaque na década de 1970: o Charles Anjo 45. “A existência do Charles Anjo motivou a criação da USPP”, confessa, sorrindo. Os integrantes dos dois blocos eram amigos, mas quando chegava o carnaval, havia uma disputa acirrada. O Charles tinha a parte musical muito boa e o USPP um cuidado especial com as fantasias, porém, a meta do USPP era ter uma bateria tão boa ou até melhor que a do Charles.
Por conta dessa disputa, Maria Luiza foi até o Rio de Janeiro e trouxe de lá representantes da Mocidade Independente de Padre Miguel para ensinar seus músicos. E de lá também trouxe várias idéias e materiais, o que caracterizou a USPP pela criatividade nas fantasias e alegorias. Foram 22 anos de concorrência e trabalho, com objetos reciclados e muita criatividade, por falta de dinheiro, mas, o povo saía às ruas para ver disputa entre nossos blocos.
Toda a experiência de Maria Luiza a transformou em uma espécie de consultora de todas as escolas de samba da cidade, principalmente quanto às fantasias.
Hoje, com a criação da LIESP – Liga Independente das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos de Pindamonhangaba, renasce o carnaval de Pindamonhangaba, inserido no calendário oficial de eventos do Departamento de Cultura.
O Carnaval em Pindamonhangaba começa oficialmente com a eleição da Rainha do Carnaval, sempre em alegre e concorrida disputa entre as candidatas e suas torcidas. A Rainha do Carnaval e as duas Princesas, a partir daí, abrilhantam os ensaios das entidades carnavalescas, os bailes de carnaval e os desfiles na avenida.
Durante o ano, o Departamento de Cultura promove os seminários “Construindo o Carnaval”, encontros entre os carnavalescos, artistas e todas as pessoas interessadas em folclore, para discutir os vários aspectos dessa festa popular.
A LIESP – Liga Independente das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos de Pindamonhangaba, tem sido convidada para participar dos eventos culturais promovidos pelo Município, a fim de mostrar-se presente e atuante durante todo o ano e angariar fundos através da exploração de barracas de alimentação nessas festas.
Os desfiles carnavalescos sempre aconteceram nas ruas centrais da cidade, culminando na Praça Monsenhor Marcondes. Apesar da forte tradição, o local apresenta vários inconvenientes, dadas a irregularidade da largura das ruas centrais e a falta de conforto para o público. Por isto, estudou-se o deslocamento dos desfiles para outra área da cidade, onde se possa montar arquibancadas, praça de alimentação, estacionamentos e outros equipamentos que permitam manter a beleza do espetáculo e a comodidade da população. O Carnaval de 2006 deve acontecer na Av. Nossa Senhora do Bom Sucesso.
PROJETO ARTE EDUCAÇÃO – OFICINAS CULTURAIS NOS BAIRROS
Mediante solicitação das Associações de Moradores e outras entidades, são oferecidos à população os monitores para cursos de arte. Trata-se de uma parceria com a comunidade, que deve oferecer o espaço, o mobiliário e o material necessário para os cursos, inclusive o material para os alunos, se for o caso. Cabe à Prefeitura apenas a remuneração do monitor, a organização e a fiscalização dos cursos.
Têm sido oferecidos os seguintes cursos de artesanato e de arte:
Amarradinho
Arranjo floral com meia de seda
Bijuteria
Biscuit
Boneca de pano
Bolsa com garrafa pet
Boneca de lã
Boneca e Bicho de lã
Bordado (Hardanger)
Bordado
Bordado em camiseta
Cestaria com jornal
Crochê
Culinária (salgados e doces)
Decoupagem com guardanapo
Découpagem em tecido
Escultura
Fuxico
Macramé
Modelagem c/ argila
Papietagem (aproveitamento de material)
Pintura estilizada em tecido, madeira e papelão
Pintura em vidro
Pintura em madeira
Pintura porcelanizada
Pintura em tecido
Pintura com terra
Pintura em tela
Reciclagem com matéria da natureza
Tapeçaria em juta, tela ou talagarça
Tecelagem manual
Trançado com fita
Vagonite
Desenho Artístico
Iniciação à Flauta
Maquiagem
Dança Árabe
Dança Clássica
Dança Folclórica
Dança de rua
Dança Axé
Dança Terapia
Dança do ventre
Jazz
Malabares
Cabeleireiro
Manicure e Pedicure
Palhaço
Teatro
Técnica Vocal
EXPOSIÇÕES DE ARTES PLÁSTICAS
Os artistas plásticos cadastrados podem agendar exposições de seus trabalhos, organizadas pelo Departamento de Cultura. A cidade ainda não dispõe de espaço próprio para as mostras, mas tem se valido de parcerias com espaços culturais particulares e também dos prédios de outras repartições públicas. Assim é que as exposições têm sido montadas nas Bibliotecas Públicas, no Salão de Exposições da E.F.C.J., em agências bancárias e também nos espaços particulares A Fábrica, Alfabete, Espaço Visual e na Galeria Tangará.
Os trabalhos expostos podem ser comercializados, mas não no recinto. Para isto, basta que o artista deixe exposto o seu nome, n.º de telefone ou outro meio de contato para que o interessado na aquisição possa fechar o negócio diretamente com o autor da obra. Não há nenhuma intermediação do Departamento de Cultura, nem cobrança de qualquer comissão.
EXPOSIÇÕES DE ORQUÍDEAS
Pindamonhangaba reúne um grande número de amantes do cultivo das orquídeas, que se organizaram na Sociedade Orquidófila de Pindamonhangaba. Anualmente, em parceria com o Departamento de Cultura, a Sociedade promove a sua exposição de belíssimos exemplares, geralmente no mês de novembro, podendo realizar exposições extraordinárias em outras datas.
As exposições acontecem em um dos espaços culturais da cidade.
PROJETO GURI
O Projeto Guri é realizado pela Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, através de convênio. Visa fornecer formação musical a crianças e adolescentes, com aulas de instrumentos de sopro, cordas e percussão, além das aulas de canto coral. Funciona no prédio do CAIC, no bairro do Araretama. Conta com dois maestros (Orquestra e Coral), um tecladista, e instrutores dos seguintes instrumentos: violoncelo, violino, viola de orquestra, violão, trombone, trompete, saxofone, flauta, clarinete e percussão.
A orquestra e o coral do Projeto Guri – Pólo Pindamonhangaba têm se apresentado em festividades cívicas e culturais não só em nosso município e na Capital, como também em várias cidades do Vale do Paraíba e de Estados vizinhos, sempre com muito sucesso.
DOMINGO NO BOSQUE
No segundo domingo de cada mês, a partir das 14h, apresentam-se os músicos da cidade no coreto do Bosque da Princesa. Trata-se de um projeto destinado a dar visibilidade aos músicos e grupos musicais, especialmente os que ainda estão em fase de formação. Também visa proporcionar aos artistas e artesãos oportunidade para expor e comercializar seus produtos.
Em cada evento apresentam-se dois grupos musicais, sendo o primeiro das 14h30 às 15h30, e o segundo das 16 às 17h.
O Domingo no Bosque tem sido mais um incentivo para as famílias desfrutarem do encantamento daquele recanto, privilegiado por sua vegetação exuberante e pela vista que dali se tem do Rio Paraíba do Sul e da Serra da Mantiqueira.
No entanto, o Bosque da Princesa ainda pode ser melhor aproveitado para fins culturais e de lazer, ainda mais considerando que suas noites agora são iluminadas pelos holofotes estrategicamente colocados entre as árvores. Assim é que esse local, romântico por natureza, deverá receber mensalmente, a partir de 2006, o projeto “Noite da Seresta”.
FEIRA DE ARTES
Diariamente acontece a exposição e venda de artesanato, artes plásticas e literatura na Feira Permanente de Artes. Inicialmente colocada ao lado da Igreja Matriz, deslocou-se provisoriamente para a Praça Monsenhor Marcondes, até que o local definitivo seja devidamente adequado para esse fim.
Podem participar da Feira os artistas cadastrados, que só expõem trabalhos por eles mesmos executados, vedada a exposição de trabalhos de terceiros ou de produtos industrializados. Também podem ser expostas e comercializadas as obras literárias do próprio expositor.
SARAUS
Toda terceira sexta-feira de cada mês, em algum dos espaços culturais da cidade, acontece a noite do Sarau, um encontro de literatura e música. A participação é livre a todos que pretendem declamar poemas de sua própria autoria, ou de outros poetas, bem como os que desejem simplesmente ler para a platéia textos de poesia ou de outra forma literária. Também pode participar quem deseje cantar, ou executar músicas em seus instrumentos.
Apenas uma regra se coloca: tudo sem amplificação eletrônica, para resgatar a naturalidade e a intimidade típicas dos antigos saraus. E também para valorizar a quase perdida arte da oratória, a impostação da voz, o reforço da comunicação pelos gestos... Nada impede, no entanto, que o declamador se faça acompanhar por música instrumental ao vivo ou eletrônica, em surdina...
Acima de tudo, o Sarau é uma oportunidade de encontro dos que apreciam a música e a poesia e querem desfrutar uns da companhia dos outros. Tanto que um momento importante é o intervalo para o chá ou o cafezinho. Ali, em volta da mesa comunitária, as pessoas comentam poemas, autores, intérpretes. Falam das antigas tradições e também dos fatos atuais – e reforçam seus laços de amizade.
CORPORAÇÃO MUSICAL EUTERPE
Euterpe, para os antigos gregos, era a deusa inspiradora da música e da poesia lírica. Seu símbolo era a flauta.
A Corporação Musical Euterpe foi fundada em 22 de Agosto de 1825 por João Batista de Oliveira mais conhecido como João Pimenta e a partir dessa data nunca teve suas atividades interrompidas. Sua presença tem sido marcante nos principais eventos da cidade, como procissões, atos cívicos, retretas na praça, apresentações em escolas, centros comunitários e cidades da região e em outros Estados.
A Euterpe faz parte da história de Pindamonhangaba e do Brasil e acumula em seu currículo alguns feitos históricos:
- apresentou-se para o Imperador do Brasil Dom Pedro II na cidade de Niterói, Rio de Janeiro.
- Executou pela primeira vez o hino de Pindamonhangaba composto pelo maestro João Gomes de Araújo no dia 07 de janeiro de 1899 em frente ao Paço Municipal para a posse da Câmara Municipal.
- Esteve presente no programa “Lira de Xopotó” no dia 07 de março de 1964, na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro.
- Em 1904, o Bispo Dom José de Camargo Barros redigiu um documento autorizando a Corporação Musical Euterpe a tocar dentro da igreja, documento este que encontra-se no museu da cidade.
- A corporação esteve presente também no Palácio do Governo do Estado de São Paulo em 1958, quando na oportunidade foi declarada utilidade pública pelo então governador Laudo Natel.
- A Câmara de Vereadores de Pindamonhangaba incluiu a Corporação Musical Euterpe como Patrimônio Histórico Cultural pela Lei Orgânica de l990.
PROJETO JATAÍ
Em área muito espaçosa e arborizada, sede de antiga fazenda leiteira, cedida pela família Azeredo, funciona em Moreira César o Projeto Jataí. Trata-se de parceria entre o Município e a Associação dos Cooperadores Salesianos de Pindamonhangaba, estabelecida através de convênio firmado em 28/04/2005.
No Projeto Jataí funcionam cursos profissionais gratuitos para crianças e adolescentes. Têm sido oferecidos os seguintes cursos: Cestaria em jornal, Artesanato em telha, Corte de cabelo, Corte e costura, Informática, Manicure e Bordado à mão.
SEMANA MAZZAROPI DE PINDAMONHANGABA
Amacio Mazzaropi nasceu em Taubaté no dia 09/04/1912 e faleceu no dia 13/06/1981. Foi sepultado em Pindamonhangaba, conforme era seu desejo, ainda mais que aqui também já tinham sido sepultado o seu pai, Péricles Moreira. E sua mãe, Dona Clara, falecida depois de Mazzaropi, veio também a ser sepultada em nossa cidade. Mazzaropi tinha grande afeição por Pindamonhangaba, onde iniciou o seu trabalho circense, com o apoio do médico Dr. Dimitrius Stambolos. Várias da obras primas de Mazzaropi foram rodadas em nossa cidade e em nossa zona rural.
Para relembrar o grande cineasta brasileiro, o Município promove anualmente, no mês de abril, uma semana de atividades culturais, com exposição de cartazes, exibição de filmes e discussão sobre sua obra cinematográfica. O encerramento da Semana Mazzaropi é feito com a cantoria diante do túmulo do grande artista, no Cemitério Municipal, com a participação de violeiros e cantadores da cidade e da região, especialmente através da Sociedade Particular Amigos de Mazzaropi, sediada em Tremembé. Na exibição de cartazes tem colaborado a empresa Santiago Promoções e Eventos, de Roseira. Também apoia o evento a EFCJ – Estrada de Ferro Campos do Jordão, sediando a exposição e a exibição dos filmes.
Foram os seguintes os filmes interpretados por Mazzaropi: "Sai da Frente" (1951), "Nadando em Dinheiro" (1952), "Candinho" (1953), "O Gato da Madame" (1954), "A Carrocinha" (1955), "Fuzileiro do Amor" (1955), "O Noivo da Girafa" (1956), "Chico Fumaça" (1956), "Chofer de Praça" (1958), "Jeca Tatu" (1959), "As Aventuras de Pedro Malazartes" (1959), "Zé do Periquito" (1960), "Tristezas do Jeca" (1961), "O Vendedor de Linguiça" (1961), "Casinha Pequenina" (1962), "O Lamparina" (1963), "Meu Japão Brasileiro" (1964), "O Puritano da Rua Augusta" (1965), "O Corintiano" (1966), "O Jeca e a Freira" (1967), "No Paraíso das Solteironas" (1968), "Uma Pistola para Djeca" (1969).
Do primeiro filme até o último, "O Jeca e a Égua Milagrosa", Mazzaropi atuou somente como ator até "Chico Fumaça". Depois, já a partir de "Chofer de Praça", em 1959, além de ser o intérprete principal em todas as suas comédias rurais, ele passou a acumular também as funções de produtor, roteirista ou argumentista, colaborando freqüentemente com os seus diretores. Nos anos 70, Mazzaropi interpretou alguns filmes que satirizavam grandes sucessos comerciais de Hollywood, fazendo "Jeca Macumbeiro", "Portugal Minha Saudade", "O Grande Xerife", "Jeca, um Fofoqueiro no Céu", "Jeca Contra o Capeta", sátira a "O Exorcista", "Um Caipira em Bariloche" e, por último, "O Jeca e a Égua Milagrosa".
Em quase todos os filmes de Mazzaropi, apresentou-se, muitas vezes em papéis centrais, o pindamonhangabense Prof. Augusto César Ribeiro.
MAPA CULTURAL PAULISTA
O Mapa Cultural Paulista é o maior evento promovido pela Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com os municípios paulistas. Busca destacar os talentos paulistas nas modalidades de Teatro, Dança, Poesia, Conto, Artes Plásticas, Canto Coral, Composição Musical, Vídeo, Fotografia e Desenho de Humor. Em suas primeiras edições, o Mapa Cultural acontecia anualmente, passando depois a ser bienal.
Compõe-se de três fases: a municipal, a regional e a estadual. Na fase municipal, a produção de nossos artistas é exposta em lugares de fácil acesso ao público (esta é uma das exigências do regulamento, além da ampla divulgação do prazo para as inscrições) e é avaliada por um júri composto por especialistas convidados pelo Departamento de Cultura. Os trabalhos escolhidos são premiados em solenidade realizada no teatro Cootepi e prosseguem no certame, indo para a fase regional do Cone Leste Paulista. Cada modalidade artística tem a sua fase regional sediada em uma das cidades do Vale do Paraíba ou Litoral Norte. Os trabalhos vencedores em cada região do Estado são indicados para a fase estadual, na capital do Estado.
Pindamonhangaba, “terra roxa do saber e da aptidão”, no dizer de Monteiro Lobato, tem se destacado em várias modalidades no Mapa Cultural. Os artistas pindamonhangabenses que já chegaram à FASE ESTADUAL foram:
Representantes de Pindamonhangaba nas
FINAIS ESTADUAIS DO MAPA CULTURAL PAULISTA |
ANO |
MODALIDADE |
REPRESENTANTES |
1995 |
Teatro |
Cia de Teatro Cadê Otelo – 1º lugar |
Artes Plásticas |
Luiz Ricardo Valise de Andrade – entre os 10 melhores |
Canto Coral |
Coral Municipal “Profº Alexandre Machado Salgado” – entre os 5 melhores |
Dança |
Escola de Ballet Alex Martins |
Literatura - conto |
Ângela Maria da Cruz Galvão Silva |
1996 |
Canto Coral |
Coral Municipal “Profº Alexandre Machado Salgado” – entre os 5 melhores |
1997 |
Canto Coral |
Coral Municipal “Profº Alexandre Machado Salgado” |
Artes Plásticas |
Luiz Ricardo Valise de Andrade – menção especial |
1998 |
Artes Plásticas |
Ismênia Camargo Faro |
Literatura - Poema |
Ruth da Costa Souza Saleme |
Vídeo |
Marcos Ivan de Carvalho |
Fotografia |
Marcos Camargo dos Santos |
1999 |
Canto Coral |
Grupo Vocal Gaude |
Artes Plásticas |
Fábio Pereira Mendes / Rosemeri Seixas Nunes Pereira / Ismênia Camargo Faro |
Literatura - Poema |
José Valdez de Castro Moura |
Literatura - Conto |
Ismênia Camargo Faro |
Fotografia |
Marcos Camargo dos Santos |
Desenho de Humor |
Maurício Cavalheiro |
Teatro |
Grupo Teatrando |
Dança |
Escola de Ballet Julia Piles |
Composição Musical |
Grupo Cilada |
2000 |
Canto Coral |
Grupo Vocal Gaude |
Artes Plásticas |
Edmar de Souza / Rosemeri Seixas Nunes Pereira / Heloisa Ururahy |
Literatura - Poema |
Ruth da Costa Souza Saleme |
Literatura - Conto |
Altair Fernandes Carvalho |
Fotografia |
Marcos Camargo dos Santos – 5º lugar |
2001
2002 |
Fotografia |
Marcos Camargo dos Santos – 4º lugar |
Canto Coral |
Coral Gaude Madrigal – 5º lugar |
2003
2004 |
Teatro |
Cia.Teatral Controvérsias – 1º lugar |
Dança |
Cia. Educadança |
Literatura - Conto |
Paulo Tarcizio da Silva Marcondes – 2º lugar |
MOSTRA DE ARTES DEZ DE JULHO
Para comemorar o aniversário da emancipação política do município, anualmente é promovida de 01 a 31 de julho a “Mostra de Artes Dez de Julho”, com inscrições abertas aos artistas cadastrados. Têm sido abertas inscrições para as modalidades: Interpretação Musical, Teatro, Dança e Artes Plásticas. Os trabalhos são expostos ao público e são avaliados por jurados especialmente convidados.
A mostra de Artes Plásticas é feita em um dos espaços culturais que mantêm parceria com o Departamento de Cultura. A mostra de Teatro, Dança e Interpretação Musical acontece na Cootepi, que também sedia a cerimônia de premiação.
CONCURSO NACIONAL E INTERNACIONAL DE TROVAS
O Concurso Nacional e Internacional de Trovas de Pindamonhangaba acontece através de uma parceria entre a UBT – União Brasileira de Trovadores, Seção de Pindamonhangaba e o Departamento de Cultura através da Biblioteca Pública Municipal “Vereador Rômulo Campos D’Arace”.
Tem sido expressiva a participação de trovadores de todo o país e, desde que o evento se tornou internacional, também de outros países. Anualmente a comissão organizadora determina um tema para o âmbito regional e outro tema para o âmbito nacional e internacional.
A premiação acontece durante um jantar festivo de congraçamento dos trovadores, sempre acompanhado pela apresentação de uma das bandas musicais locais.
Paralelamente ao evento, acontece também o JUVENTROVA, certame que reúne os estudantes dos estabelecimentos de ensino locais e, ultimamente, também os regionais. Trata-se de um trabalho promovido pela seção local da UBT destinado a incentivar o gosto pela poesia entre os jovens.
EXPOSIÇÃO “MEMÓRIA VIVA”
Pessoas que nasceram em nossa cidade, ou que são antigos moradores, enfim, que têm muito a contar sobre os tempos do nosso passado recente, gravam depoimentos narrando seus casos, falando sobre os personagens da nossa história, sobre os antigos casarões, sobre os costumes daqueles tempos.
O projeto foi iniciado pelo então vereador, estudioso das coisas de nossa cultura, Prof. André Luiz Raposo. Num gesto de desprendimento e de generosa contribuição para a história de nossa cidade, o Prof. André Raposo doou para o Departamento de Cultura um acervo de 21 fitas VHS contendo os depoimentos das seguintes personalidades:
-
Alcides Ramos Nogueira
-
Antonio Pedro de Carvalho Giudice
-
Arthur dos Santos
-
Augusto Cesar Ribeiro
-
Domingos Ramos Mello
-
Floriza de Melo
-
Francisco Piorino Filho
-
Geraldo José Rodrigues Alckmin
-
Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho
-
João Bosco Nogueira
-
João Laerte Salles
-
José Maria Raposo
-
José Renato Guaycuru San Martin
-
Julia San Martin Boaventura
-
Moacyr de Almeida
-
Orlando Pires
-
Paulo Brasil de Carvalho Giudice
-
Paulo de Andrade
-
Paulo Romeiro Ramos Mello
-
Renato Satio Yassuda
-
Tulio Carvalho Campello de Souza
As fitas da Memória Viva são exibidas todos os anos durante os festejos do mês de julho. Ao acervo acima são acrescentadas as fitas contendo gravação de palestras sobre a história do município. A continuidade do projeto prevê a gravação de novos depoimentos e a cópia dos arquivos em VHS para DVD.
Domingão Sertanejo e festival de música sertaneja
Todos os domingos, um grande número de pessoas se dirige de manhã para a Praça Engenheiro José Salgado Ribeiro, ainda conhecida como “Praça da Liberdade”. E não é só ir comprar as frutas e legumes da feira, nem só para olhar as novidades/antigüidades da Feira da Barganha.
É que naquele logradouro público, espaço popular por excelência, que acontece todos os domingos pela manhã o “Domingão Sertanejo”, no Espaço Cardosão. O evento, que já vinha acontecendo informalmente há anos, sob o comando de Luís Carlos Cardoso, o popular Cardosão, tornou-se agora um evento do calendário oficial do Departamento de Cultura.
Apresentam-se no Domingão Sertanejo os cantores da região, bastando que se inscrevam no próprio local, antes do evento. Trata-se de uma oportunidade para os artistas mostrarem seu talento, sendo também uma ocasião de reencontro de velhos conhecidos, ligados por suas raízes de infância no campo.
Todos os anos, durante o segundo semestre, acontece no mesmo espaço o Festival de Música Sertaneja “Luis Carlos Cardoso”, com prêmios para os melhores intérpretes.
FESTAS NOS BAIRROS - Shows Musicais para Festas Religiosas e Comunitárias
O programa de shows musicais nos bairros atende às solicitações das associações de moradores e entidades religiosas que promovem festas beneficentes e precisam do apoio do Departamento de Cultura para o fornecimento dos artistas.
A entidade interessada entra com o pedido no protocolo central da Prefeitura, com antecedência mínima de 30 dias contados da data prevista para a festa. Pode indicar o estilo musical pretendido, mas a escolha da banda fica a cargo do Departamento de Cultura, para garantir o rodízio entre os grupos cadastrados.
O pedido será deferido total ou parcialmente, ou indeferido, tendo em vista o cruzamento dos recursos orçamentários disponíveis e a quantidade de vezes em que a entidade já foi atendida. Uma vez deferido o pedido, o Departamento faz o contrato com os músicos.
O Departamento de Cultura não paga cachê aos músicos, apenas uma ajuda de custo, conforme a seguinte tabela:
ARTISTAS |
DURAÇÃO |
AJUDA DE CUSTO |
Solo |
2h |
200,00 |
Dupla e Trio |
2h |
300,00 |
Banda(mínimo de 4 músicos) e Showman |
2h |
400,00 |
Baile (incluindo o som) |
4h |
600,00 |
Domingo no Bosque (qualquer n.º de músicos) |
1h |
100,00 |
O fornecimento do show não inclui o fornecimento da sonorização.
Outros cuidados devem ser tomados pela entidade que solicitou o show. É dever da entidade fornecer aos profissionais contratados: acesso a banheiros limpos, com papel higiênico e toalhas; água e alimentação adequada; cadeiras; palco coberto e adequadamente iluminado; e equipamento de som adequado para o show.
Também é dever da entidade fazer divulgar, pelo menos três vezes durante o show, a frase: “Esta festa tem o apoio do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba”.
Os recursos de nosso programa “FESTAS COMUNITÁRIAS” são destinados exclusivamente aos eventos abertos gratuitamente ao público. Por isto, não podemos fornecer shows para recintos onde haverá cobrança de ingressos.
PROJETO REVELANDO SÃO PAULO (Festival da Cultura Paulista Tradicional)
Nos últimos 9 anos, a Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Abaçaí Cultura e Arte, vem reunindo, através do programa Revelando São Paulo, uma amostragem significativa da cultura tradicional em São Paulo.
Durante nove dias ininterruptos, a partir da segunda semana de setembro, a cidade de São Paulo tem a oportunidade de festar com a cultura de todo o Estado. Em diversos pontos do Parque da Água Branca são apresentados aspectos desconhecidos ou pouco divulgados da vida em São Paulo, refletindo o mais possível nossa diversidade cultural.
A amostragem tem sido organizada por região (privilegiando-se sempre os aspectos culturais comuns em detrimento das divisões administrativas). Cada município é contemplado com um estande onde são apresentados para fruição do público o artesanato e a culinária tradicionais do Estado.
Em um grande palco montado na Grande Arena, bem como pelas áreas livres do Parque da Água Branca, são exibidos, em horários adequados, folguedos ou grupos de danças oriundos dos municípios.
O contato com os municípios é feito a partir do Departamento de Atividades Regionais da Cultura (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo). Ao longo de todo o ano são realizados encontros, reuniões e seminários com os Prefeitos, Dirigentes e Secretários de Cultura dos municípios, a fim de refletir sobre os conceitos e orientar sobre as condições de participação.
Como programa permanente, o Revelando São Paulo tem atingido ainda os seguintes objetivos: Intercâmbio entre os grupos rituais/ tradicionais do Estado; Divulgação do calendário de festas tradicionais de São Paulo e peculiaridades das culturas regionais descortinando possibilidades turísticas; Estímulo à pesquisa e à divulgação de nossas manifestações populares.
O trabalho do “Revelando São Paulo” pretende destacar os traços tradicionais da cultura paulista, entre outros, o artesanato, a arte popular, a culinária e a comensalidade.
Freqüentemente, o homem do campo ou mesmo da cidade, não obstante o acesso fácil aos produtos industrializados, produz artesanatos, peças e objetos com que buscam atender às necessidades imediatas da vida quotidiana. Utiliza-se de materiais abundantes em seu meio, como fibras vegetais, couro curtido ou cru, argila, além de matérias primas industrializadas, não raro lançando mão da reciclagem de materiais de sucatas. Tais peças se caracterizam por suas finalidades utilitárias, não tendo a ver com os artesanatos de suvenires ou os trabalhos manuais ensinados/aprendidos através da mídia, de publicações especializadas ou dos programas sociais mantidos por órgãos públicos ou entidades.
A arte folclórica/popular resulta não de um aprendizado sistemático ou ensinamentos especiais, mas de uma tradição, da curiosidade ou das experiências pessoais do próprio artista.
Ao contrário do artista erudito, que produz uma escultura ou pinta um quadro com conhecimento de técnicas apuradas e informações adquiridas em escolas e leituras, o artista popular se inspira sempre no meio em que vive ou nos seus próprios referenciais culturais, refletindo-os na sua criação que resulta em esculturas/entalhes de madeira, figuras de barro, pinturas.
Por vezes, ao lado da necessidade inconsciente de expressão (artística), procura incrementar objetos de uso rotineiro, acrescentando-lhes toques de beleza, dando-lhes formas inusitadas (moringas zoomorfas), juntando desenhos de flores e arabescos. Acrescenta uma franja a uma rede, um barrado a uma colcha. É a maneira de imprimir traços individualizadores, gratuitos, aos objetos de uso quotidiano, tornando-os mais bonitos, à procura inconsciente do belo.
Dessa forma, a arte/criatividade popular se faz presente nas situações mais prosaicas e em momentos especiais da vida das comunidades, nas máscaras de folias de reis, nos enfeites das festas públicas e domiciliares, confecção de flores, nas pinturas de bandeiras de santos, ornamentação de andores, pinturas com areia (garrafas), nos bordados, crochês.
A comensalidade é traço marcante da cultura popular em São Paulo. O compartilhamento da mesa, da comida, é afirmativa maior de fraternidade. Ninguém se põe à mesa com inimigos. É traço indispensável nas festas populares (públicas e domiciliares) e nas confraternizações de encerramento dos mutirões, bastante freqüentes entre nós, por mais modestos que sejam os convivas, os anfitriões ou o que se tenha a oferecer.
São sempre surpreendentes os contextos que cercam a comensalidade: evidenciam-se aspectos ligados à comida e à bebida, bem como ao preparo e à manipulação dos alimentos. Além, claro, de tudo o que a comida enseja: o comer e o beber inseridos nas festas e as festas que deles decorrem.
Assim, fiel a este traço cultural tão característico de nossas culturas populares, a organização oferece, durante o Revelando São Paulo, três refeições diárias aos participantes dos municípios. Num amplo refeitório montado no Parque da Água Branca, propicia-se este momento do compartilhamento fraterno do alimento.
Tal iniciativa só é possível graças à parceria com empresas que, sensibilizadas e conscientes da importância da comensalidade como um de nossos mais importantes traços culturais, apoiam o evento doando (ou oferecendo em permuta publicitária) diversos produtos alimentícios.
Pindamonhangaba tem participado, com seus artistas, tanto da fase regional no Revelando Vale do Paraíba, como na fase estadual do Revelando São Paulo, no Parque da Água Branca, na Capital do Estado.
APOIO AO ARTISTA e FORMAÇÃO DO ARTISTA
Nossos artistas freqüentemente são convidados a participar de encontros, congressos, concursos, festivais e feiras regionais. Sabemos como é importante para o artista, ou grupo de artistas, o seu comparecimento a esses eventos, pela oportunidade de troca de experiências, construção do coleguismo, descoberta ou aprofundamento de técnicas e expressões artísticas. Também reconhecemos a importância da projeção para o nome da cidade, projeção esta que dificilmente acontece quando nossos artistas ficam impossibilitados de dizer “presente” nestas oportunidades.
Para atender a tais necessidades, o Departamento de Cultura mantém, dentro de suas possibilidades orçamentárias, um programa de Apoio ao Artista, cobrindo parte das despesas de viagem dos grupos cadastrados. A contrapartida se resume à declaração do apoio durante o evento e à apresentação de breve relatório após o retorno.
A formação do artista também é o objetivo de cursos, palestras e oficinas trazidas à nossa cidade, com vagas oferecidas primeiramente aos artistas cadastrados e, havendo ainda disponibilidade, aos demais interessados.
FESTE - FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO
O Feste foi criado em 1973 pelo professor Diógenes Chiaradia Feliciano, que, trabalhando com garotos no Salão Paroquial da cidade, criou o grupo teatral ‘São Francisco’. A segunda edição foi realizada em 1975, sob orientação do professor Diógenes e coordenação da professora Ivete da Mota C. Colin. Em 1978, deixou de ser realizado por falta de reacursos. A Prefeitura Municipal assumiu o evento em 1980 e o Departamento de Cultura passou a organizar e a coordenar o festival.
A seleção dos espetáculos é feita desde 2003 por uma comissão formada tanto por profissionais que fazem parte dos grupos locais como por outros profissionais convidados.
Na 29ª edição do FESTE, em 2005, foram selecionados quinze espetáculos, sendo oito na categoria adulto, quatro na categoria infantil e três na categoria rua.
A Comissão de Premiação avalia os espetáculos e participa de debates com o grupo e público, após o término de cada espetáculo.
Os grupos participantes concorrem aos troféus de 1º e 2º lugares, melhor direção, ator, atriz, ator e atriz coadjuvante, cenografia, iluminação, sonoplastia, maquiagem, pesquisa e melhor espetáculo – apreciação popular.
O FESTE tem características que o evidenciam como um dos melhores festivais do Estado de São Paulo, como o alto nível e competência das comissões de seleção e premiação e o pagamento de ajuda de custo por participação, visando o incentivo da prática teatral.
O FESTE é realizado no Teatro Municipal, na Av. Nossa Senhora do Bom Sucesso, 2750. Este espaço, mantido pela Prefeitura Municipal para que os grupos teatrais da cidade possam melhor desenvolver seus projetos, vem possibilitando a Pindamonhangaba receber diversos espetáculos teatrais durante todo o ano.
FESTIL – FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO
O Grupo Textandotexto, formado por Edson Santos Silva, Maria Edilea Salgado dos Santos, Rose Seixas, Hamilton Abreu e Carlos Guilherme Pinto idealizou um festival de teatro estudantil para incentivar a prática do teatro por crianças e adolescentes. Junto com o Departamento de Cultura, foi possível fazer a primeira apresentação do FESTIL em 1993.
Em 1994, tendo sido desfeito o grupo Textandotexto, a Cia. Cadê Otelo assume a parceria com o Departamento de Cultura para realizar este festival.
A partir de 1995, o Departamento de Cultura assume totalmente o FESTIL. No entanto, não foi realizado nos anos de 1998, 1999 e 2000.
Em 2001, a Cootepi assume a parceria com o poder público municipal. Atualmente, com todas as despesas pagas pelo poder público municipal, o FESTIL é uma realização do Departamento de Cultura, ficando a coordenação a cargo da Associação Cultural Cootepi.
Na edição do FESTIL / 2005 apresentaram-se treze grupos, oriundos de municípios do Estado de São Paulo (Pindamonhangaba, Taubaté, Aparecida, Caraguatatuba e Gupiaçu) e um grupo do município de Guaçuí / ES.
Tributo a Chico ALVES
No dia 28 de setembro de 1952, um acidente fatal na Via Dutra vitimou o então conhecido Rei da Voz, o cantor Francisco Alves, conhecido também como Chico Alves. O acidente ocorreu alguns metros aquém da ponte sobre o Rio Una, portanto, no território pindamonhangabense. Próximo ao local, na margem da rodovia, os admiradores do grande cantor começaram a colocar flores por ocasião do Dia de Finados e no dia do aniversário de seu trágico falecimento.
Hoje, temos ali um singelo monumento: uma cruz e uma viola, relembrando um dos carinhosos apelidos de Chico Alves: o Chico Viola.
Todos os anos, no mês de setembro, o Departamento de Cultura promove o Tributo a Chico Alves, com apresentações de artistas e bandas locais ou convidados de outras regiões. O evento ocorre na Praça Engenheiro José Salgado Ribeiro, no Espaço Cardosão.
FESTIVIDADES NATALINAS
No mês de novembro as ruas começam a ser enfeitadas com motivos natalinos. No dia primeiro de dezembro o Papai Noel chega de modo retumbante, num carro enfeitado, saudado por fogos de artifício e, depois de percorrer as ruas centrais, instala-se em sua casinha na Praça Monsenhor Marcondes, onde se põe a atender as crianças. Para toda criança o Papai Noel tem uma palavra boa, um conselho e... um pirulito!
Alguns dias depois chega Papai Noel também no Distrito de Moreira César. Ali também ficará instalado em sua casinha.
Artistas percorrem as ruas principais, tanto do Centro como do Distrito, tocando instrumentos e cantando músicas natalinas, fazendo estátuas vivas, encantando as crianças e também os adultos. A Banda Euterpe toca no coreto da praça.
Numa parceria com a Galeria Tangará, da Faculdade Santa Cecília, acontece uma linda exposição de presépios, sempre num ponto de fácil acesso à população. Esta exposição preserva o gosto popular e as tradições religiosas brasileiras, relembrando o antigo costume de se armar e de se visitar os presépios.
MONUMENTOS
Pindamonhangaba tem dezenas de monumentos colocados em praças públicas, representando figuras ilustres de nossa história ou imagens de santos da tradição católica de cada bairro. O Departamento de Cultura, através da contratação de serviço de seus artistas cadastrados, responsabiliza-se pelos pequenos reparos nesses monumentos e pelos retoques na sua pintura, corrigindo os efeitos do desgaste provocados pelas intempéries.
DESFILES COMEMORATIVOS NA SEMANA DA PÁTRIA
Como a extensão territorial do município é muito grande, são realizados vários desfiles cívicos na Semana da Pátria. Os bairros mais distantes organizam seus desfiles escolares em dias úteis, no horário das aulas.
Os desfiles oficiais, organizados pelo Departamento de Cultura, começam com o de Moreira César, que acontece sempre no domingo que antecede o Sete de Setembro. No dia seis, desfilam no centro da cidade as escolas de educação infantil. O desfile principal acontece mesmo no Dia da Pátria, com a participação de delegações de escolas públicas e particulares, entidades beneficentes, igrejas, centros de convivência, grupamentos de escoteiros etc., culminando com o desfile das corporações militares. Tradicionalmente, este desfile é aberto pela Corporação Musical Euterpe, logo após o hasteamento das bandeiras na Praça Monsenhor Marcondes.
Estuda-se novo trajeto para o desfile, de modo a proporcionar mais conforto à grande multidão que acorre para assistir o nosso principal evento cívico.
CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA
O Conselho Municipal de Cultura tem mandato de quatro anos, coincidindo com o mandato do Prefeito que o nomeou. É órgão deliberativo e tem representantes das várias áreas culturais do município.
Conselho Municipal de Cultura de Pindamonhangaba
Mandato 2005 – 2008 – Presidente: Elizabete Nogueira da Silva Guimarães
Conselheiro |
Comissão |
Tel. |
Adelson Cavalcanti |
Fotografia e vídeo |
3642.3929 |
Afonso Celso Silva de Oliveira |
Teatro |
3642.3909 |
Alberto Marcondes Santiago |
Teatro e Literatura |
3642.3909 |
Altair Fernandes de Carvalho |
História local |
3642.2077 |
Christina Edith Lehmann César |
Artes plásticas |
3642.5755 |
Elizabete Nogueira da Silva Guimarães |
Literatura |
3642.2345 |
Francisco Piorino Filho |
História local |
3642.1484 |
José Antônio Alves de Brito |
Literatura |
3643.2656 |
Julia San Martin Boaventura |
Literatura e História |
3642.5747 |
Luiz Cláudio de Oliveira |
Música |
9118.6651 |
Miriam Nogueira |
Patrimônio ambiental |
3648.1838 |
Neila Aparecida Cardoso dos Santos Bezerra |
Literatura e Plásticas |
3642.7096 |
Rute Eliana dos Santos |
Dança |
3645.3255 |
Ruth da Costa Souza Saleme |
Literatura |
3645.4474 |
Rosemeri Seixas Nunes Pereira |
História local |
3645.3850 |
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
ENSINO FUNDAMENTAL (1° GRAU)
DATA BASE 30/03/05
Escolas com Ciclo (1ª a 4ª série)
- 18 escolas
- 3.797 alunos
Escolas com classe para Deficiente Auditivo
- 01 escola
- 08 alunos
Escolas com classe para Deficiente Mental
- 01 escola
- 25 alunos
Escolas Rurais
- 07 escolas
- 214 alunos
Escolas com Ciclo (5ª a 8ª série)
- 29 escolas
- 9.546 alunos
CURSOS DE EJA FUNDAMENTAL - EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Escolas com Supletivo Fundamental (5ª a 8ª série)
- 07 escolas
- 826 alunos
Escolas com Telecurso Fundamental (5ª a 8ª série)
- 05 escolas
- 766 alunos
ENSINO MÉDIO (2° GRAU)
Escolas com Ensino Médio
- 22 escolas
- 6.349 alunos
ENSINO MÉDIO - MANHÃ
ENSINO TÉCNICO:
- ADMINISTRAÇÃO - NOITE
- ASSESSORIA DE GERENCIAMENTO EMPRESARIAL - TARDE
- INFORMÁTICA - TARDE E NOITE
- MECÂNICA - TARDE E NOITE
- NUTRIÇÃO E DIETÉTICA - TARDE NOITE
- TURISMO - NOITE
A Escola conta com 1.253 alunos matriculados no 2º Semestre/2005.
Obs.: A partir do 1º Semestre/2006, o curso de Turismo será a tarde.
Romão - Assistente Técnico de Direção
Secretaria Acadêmica
ETE João Gomes de Araújo
CURSOS DE EJA MÉDIO - EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Escolas com Supletivo Médio
- 13 escolas
- 1.821 alunos
Escolas com Telecurso Médio
- 06 escolas
- 616 alunos
R. Prof. José Benedito Cursino, 75 - Boa Vista
CEP 12401-090 - Pindamonhangaba/SP
Telefone: (12) 3648-8756
http://www.etejga.com.br
http://www.fatec2007.com.br
Módulo I
Leitura e Produção de Textos
Álgebra
Geometria Plana
Trigonometria
Geometria Espacial
Geometria Analítica
Química I
Química Experimental I
Química Inorgânica
História da Metalurgia
Cidadania Organizacional |
CH
2
4
2
2
2
2
2
2
2
2
2 |
Módulo II
Física I
Física Experimental A
Cálculo Diferencial Integral I
Química II
Química Analítica Experimental A
Mecânica Aplicada
Termodinâmica
Transformação de Fase e Metalografia
Cinética das Reações e Processos
Metalurgia Física |
CH
2
2
2
2
2
2
2
2
4
4 |
Módulo III
Física II
Física Experimental A
Cálculo Diferencial Integral II
Química II
Estatística Industrial e Controle de Qualidade
Metalurgia dos Não Ferrosos
Transmissão de Calor
Ensaios Mecânicos dos Materiais Metálicos
Materiais Não Metálicos
Resistência dos Materiais |
CH
2
2
2
2
2
2
4
2
2
4 |
Módulo IV
Física III
Física Experimental B
Métodos Estatísticos
Metalurgia de Soldagem I
Tecnologia Mineral
Mecânica dos Fluídos
Tratamentos Térmicos
Fundição
Conformação dos Materiais
Refino Secundário do Aço
Melhoria Contínua |
CH
2
2
2
4
2
2
4
2
2
2
2 |
Módulo V
Física IV
Física Experimental B
Controle e Instrumentação de Processos
Corrosão e Proteção de Materiais
Metalurgia de Soldagem II
Seleção e Especialização de Materiais
Estágio Supervisionado |
CH
2
2
2
4
4
4
6 |
Módulo IV
Tratamento de Superfícies
Conformação de Materiais II
Controle e Instrumentação
Controle de Poluição Industrial
Sociologia Industrial do Trabalho
Projeto de Graduação
Análise de Falhas
Método do Trabalho Científico
Gestão de Projetos |
CH
2
2
2
4
2
6
4
2
2 |
RELAÇÃO DAS ESCOLAS E CRECHES
DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO - 2008
no |
Escolas remefi |
Endereço |
Bairro |
1 |
Abdias Júnior Santiago e Silva |
Rua João Maria Pires, 30 - CEP 12411-680 |
Santa Cecília |
2 |
Alexandre Machado Salgado, Prof. |
Rua José Benedito Quirino, 280 - CEP 12415-030 |
Campinas |
3 |
André Franco Montoro, Dr. |
Av. Mons. João José de Azevedo, no 520 - CEP 12402-010 |
Crispim |
4 |
Ângelo Paz da Silva, Dr. |
R Dr. Jose Luiz Imediato, 235 - CEP 12424-210 |
Cidade Jardim |
5 |
Anibal Ferreira Lima |
Rua Gal Rui de Andrade Costa, nº 100 – CEP 12423-470 |
Lot. Araretama |
6 |
Arthur de Andrade |
Av. Princesa do Norte, 1.321 - CEP 12414-060 |
Cidade Nova |
7 |
Augusto César Ribeiro, Prof. |
Rua Vicente Correa Leite, no 185 - CEP 12422-430 |
Vila Rica |
8 |
Ayrton Senna da Silva |
Av. Bélgica, 806 - CEP12445-680 |
Pasin |
9 |
Cerâmica São Geraldo |
Cerâmica São Geraldo |
Mandú |
10 |
Dulce Pedrosa Romeiro Guimarães |
Av. Dr. João Ribeiro, no 131 – CEP 12401-110 |
Boa Vista |
11 |
Elias Bargis Mathias, Prof. |
Rua Benedito Bacca Benega, no 60 – CEP 12400-000 |
Lot. Araretama |
12 |
Félix Adib Miguel, Prof. |
R Geraldo Prates da Fonseca, 18 – CEP 12422-490 |
Lessa |
13 |
Francisco de Assis César, Dr. |
Rua Francisco Sebastião Borges, 259 - CEP 12440-230 |
Moreira César |
14 |
Gilda Piorini Molica, Profa |
Rua Antonio dos Santos, no 189- CEP 12411-080 |
S. Judas Tadeu |
15 |
Jairo Monteiro, Prof. |
Av. Abel Correia Guimarães, 1422 –CEP 12420-680 |
Vila Rica |
16 |
João Cesário |
Av. João Francisco da Silva, 1956 - CEP 12441-240 |
Feital |
17 |
Joaquim Pereira da Silva, Prof. |
Rua Dr. Carlos Martins de Almeida Jr, s/n |
Mantiqueira |
18 |
Julieta Reale Vieira, Profa |
Trav. da Rua Felício Carpana Vitalli, 149 -CEP 12405-450 |
Castolira |
19 |
Lauro Vicente de Azevedo, Prof. |
Rua Antonio Carlos Correa de Macedo, 36 - CDHU- CEP 12400-00 |
Terra dos Ipês II |
20 |
Manoel César Ribeiro, Prof. |
Rua 13 de Maio, no 200 - CEP 12402-610 |
Crispim |
21 |
Maria Aparecida Arantes Vasques, Profa |
Av. Cap. João Monteiro do Amaral, 300 - CEP 12425-220 |
Mombaça |
22 |
Maria Apparecida Camargo de Souza |
Estr. Municipal Luiza Fernandes Miranda, 170 CEP 12400-000 |
Ribeirão Grande |
23 |
Maria Helena Ribeiro Vilela, Profa |
Rua Tung A. Chin, 100 - CEP 12430-480 |
Jd. Regina |
24 |
Maria Zara Miné Renoldi dos Stos, Profa |
Rua Ver. José Francisco A. Santos, 129 CEP 12412-150 |
Ouro Verde |
25 |
Mário Antônio Bonotti, Pe. |
Rua Araras, 312 - CEP 12420-530 |
Maria Áurea |
26 |
Moacyr de Almeida, Prof. |
Rua Engo José Nicola Mutarelli, no 192 – CEP 12412-500 |
Bela Vista |
27 |
Orlando Pires, Prof. |
Rod. Dr. Caio Gomes Figueiredo, 5161 – CEP 12404-010 |
Bom Sucesso |
28 |
Paulo Freire, Prof. |
Rua Guilherme de Almeida, 26 – CEP12410-520 |
Vila Prado |
29 |
Raquel de Aguiar Loberto, Profa |
Rua dos Cravos, 314 - CEP 12440-340 |
V. das Acácias |
30 |
Ruth Azevedo Romeiro, Profa |
Rua dos Pintassilgos, 370 - CEP12413-040 |
Lot. Delta |
31 |
Serafim Ferreira |
Alameda dos Manacás 2, no 100 - CEP 12443-100 |
Terra dos Ipês II |
32 |
Vito Ardito |
Rua Wilson Muassab, 137 - CEP 12423-600 |
Lot. Araretama |
33 |
Yvone Apparecida Arantes Corrêa, Profª |
Av. dos Cedros, nº 305 – CEP 12415-270 |
Goiabal |
34 |
Zezinho, Pe. |
Rua Guilherme Nicoletti, 753 - CEP 12445-120 |
Vl.São Benedito |
35 |
Escola Nova – Araretama |
Rua José Alves Pereira sobrinho, 161 – Nova Esperança |
Araretama |
no |
Salas Cedidas |
Endereço |
Bairro |
01 |
A.P.A.E. – Instituição (2 salas Pré cedidas) |
Rua José de Oliveira, 55 – CEP 12402-250 |
Crispim |
02 |
Dona Minica – Igreja (1 sala cedida) |
Estrada Municipal Jesus Antônio Miranda, s/no |
Cruz Pequena |
03 |
Irmã Júlia – Instituição (2 salas Pré cedidas) |
Avenida São João Bosco, 744 – CEP 12403-010 |
Santana |
04 |
Jardim Morumbi |
Rua Gino Amadei, s/no – CEP 12403-780 |
Jd. Morumbi |
05 |
Pe. Rodolfo – Escola Est. (2 salas Pré cedidas) |
Rua José Garcia, s/no – CEP 12441-180 |
Lot. Pe. Rodolfo |
06 |
Pe. Vita – Instituição (2 salas Pré cedidas) |
R. Con. João Antônio da Costa Bueno, s/no – CEP 12403-260 |
Santana |
Núcleo de Apoio Psicopedagógico - NAP |
Rua Inglaterra, s/no - CEP12412-520 |
Bela Vista |
| no |
Creches |
Endereço |
Bairro |
| 01 |
CAIC |
Rua Cássio Pires Salgado, 150 - CEP 12423-000 |
Araretama |
| 02 |
Durvalino dos Santos |
Rua José Benedito Quirino, 262 - CEP 12401-170 |
Campinas |
| 03 |
Francisco Lessa Júnior, Dr. |
Rua Pedro Ângelo Foroni, 32 - CEP 12424-290 |
Cidade Jardim |
| 04 |
Frei Reynaldo Nieborg |
Rua Virgílio Marcondes, 66- CEP 12400-000 |
Santa Cecília |
| 05 |
João Fleury Filho |
Rua Caraguatatuba, 435 - CEP 12420-500 |
Alto do Cardoso |
| 06 |
Josefina Cembranelli Schmidt |
Rua Dr. Frederico Machado, no 855 - CEP 12410-040 |
Campo Alegre |
| 07 |
Maria Apa Gomes – “Sá Maria” |
Av. Espanha, 847 - CEP 12445-680 |
Pasin |
| 08 |
Maria Benedita Cabral San Martin |
Travessa 07, 38 - CEP 12400-000 |
Feital |
| 09 |
Vale das Acácias |
Rua dos Cravos, 264 – CEP 12440-340 |
V. das Acácias |
| 10 |
José Ildefonso Machado |