13/03/2020 – Pindamonhangaba monitora os casos de Coronavírus no Brasil

13/03/2020

 

A Secretaria de Saúde da Prefeitura acompanha os casos de coronavírus avaliando que o município sedia empesas que tem relação comercial com diversos estados e países.

O coronavírus pertence a uma família viral, conhecida desde 1960, que pode causar infecção respiratória leve a moderada, semelhante a um resfriado comum. Porém, podendo variar de pessoa a pessoa podendo causar doenças graves com impacto na saúde pública.

“A população deve se manter atenta, mas não há motivos para pânico, há doenças já conhecidas da população tais como dengue, influenza, dentre outras, que detém um potencial maior de letalidade em relação ao coranovírus”, afirma o diretor do Departamento de Proteção aos Riscos à Saúde.

Estudos estão sendo feitos na busca de vacinas e antivirais para combater a doença, para tanto as medidas de prevenção são de suma importância para com adoção de etiqueta respiratória por todos, ao tossir ou espirrar cobrir a boca e o nariz com lenço e descartá-los, na falta, utilizar o antebraço com a intenção de diminuir a propagação das gotículas expelidas, evitar aglomerações, manter o local arejado, evitar cumprimentos, lavar as mão com frequências, higienizar  as mão e superfície de contato com álcool  e não se deslocar para área de franca transmissão.

Caso apresente os sintomas de febre, sintomas respiratórios, tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, deve procurar o Pronto-Socorro Municipal ou a Unidade de Pronto Atendimento.

Para mais informações, procure sites oficiais, como www.saude.sp.gov.br/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica-prof.-alexandre-vranjac/areas-devigilancia/doencas-de-transmissao-respiratoria/coronavirus-covid-19/

www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus

 

OMS declara pandemia de Covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou, na quarta-feira (11), a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Na prática, o termo pandemia se refere ao momento em que uma doença já está espalhada por diversos continentes com transmissão sustentada entre as pessoas.

Segundo a OMS, a declaração não muda as orientações, e que os governos devem manter o foco na contenção da circulação do vírus. O Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse que nada muda no Brasil com a declaração de pandemia do coronavírus. Ele afirmou ainda que pacientes com sintomas, que chegarem de outros continentes, serão considerados “casos suspeitos”.

Fonte: g1.globo.com

 

PERGUNTAS FREQUENTES

O que é o coronavírus?

Os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Porém, alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto em termos de saúde pública, como já verificado com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

 

Qual é a diferença entre o novo coronavírus para os outros vírus?

A doença provocada pelo novo coronavírus chama-se COVID-19, sigla em inglês para “coronavirus disease 2019” (doença por coronavírus 2019, em tradução livre). Os primeiros casos foram registrados inicialmente na China, no final de 2019. Há registros em outros locais do mundo, com casos de mortes.

 

Quais os sintomas do coronavírus?

Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios, semelhantes aos de um resfriado comum. Podem também causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os principais sintomas são: Febre, Tosse, Coriza, Dificuldade para respirar.

 

O que é o “período de incubação”?

Período de incubação consiste no intervalo entre a data de contato com o vírus até o início dos sintomas. No caso do COVID-19, já se sabe que o vírus pode ficar incubado por até duas semanas (14 dias), quando os sintomas aparecem desde a infecção.

 

Como ocorre a transmissão do coronavírus?

As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento. Neste momento está estabelecida transmissão por contato com secreções. A transmissão pode ocorrer de forma continuada, ou seja, um infectado pelo vírus pode passá-lo para alguém que ainda não foi infectado.

A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: Gotículas de saliva; Espirro; Tosse; Catarro; Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão com pessoa infectada; Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Alguns vírus são altamente contagiosos, como o sarampo, que é transmitido por aerossol (partículas no ar), com proporção de transmissão de uma para até 18 pessoas, em média. O conhecimento já registrado sobre os coronavírus indica que eles apresentam transmissão de uma para até três pessoas.

 

O coronavírus pode matar?

O óbito pode ocorrer em virtude de complicações da infecção, como por exemplo, insuficiências respiratórias. Os dados mais recentes da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam taxa de letalidade de 2 a 3% dos casos confirmados.

 

Como se prevenir contra o COVID-19?

As principais orientações são:

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar;

– Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

– Não compartilhar objetos de uso pessoal;

– Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;

– Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;

– Deslocamentos/viagens não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;

– Quem viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), além de evitar a circulação em mercados de animais e seus produtos.

Fonte: Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo

Pindamonhangaba continua na luta contra a dengue

A Secretaria de Saúde da Prefeitura alerta quanto aos casos positivos para dengue na cidade, os casos vêm crescendo acentuadamente e para frear este avanço é necessária a participação da população.

Segundo o diretor do Departamento de Proteção aos Riscos à Saúde Pública, Rafael Lamana, o município acumula 380 casos confirmados para dengue, 17 vezes maior que o mesmo período de 2019. Tivemos um acréscimo de 1.727% nos casos registrados em 2019, este é um número alarmante, considerando, ainda, o novo sorotipo circulante na cidade, o DEN 2.

Com a transposição da linha de corte estabelecida pelo do governo do estado de 252 casos positivos autóctones, a cidade se torna em epidemia e é suspensa a realização dos testes de sorologia pelo IAL – Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência do estado de São Paulo. Contudo a municipalidade continua a realizar os testes com intuito dar melhor assistência aos munícipes no diagnóstico e tratamento adequado.

A Prefeitura, através da Secretaria de Saúde vem adotando medidas para combater o alastre da dengue, lançando mão da intensificação de visita casa a casa, retirada de materiais inservíveis que possam acumular água, e por fim, o carro fumacê.

O carro fumacê, popularmente conhecido, é utilizado somente após a avaliação técnica dos dados epidemiológicos do bairro, por exemplo, e ainda precede de um trabalho de remoção de possíveis criadouros, do aviso e remoção das pessoas e animais de estimação de seus imóveis.

“O fumacê, tem em sua composição veneno e não deve ser pedido e realizado sem critérios sob pena de causar mal à saúde coletiva, visto que todos os anos temos que aumentar a dosagem do veneno considerando a resistência dos mosquitos e tenho a sua eficiência somente nos mosquitos vivos. Aqueles ainda a eclodir nos criadouros serão novos vetores”, afirma Lamana.

A eliminação do criadouro é a melhor maneira de se combater a epidemia, assim não se tem larva, não se tem mosquito e consequentemente não tem transmissão.

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