27/05/2020 – Pinda tem dois óbitos suspeitos, mais um paciente testado positivo e outro recuperado de coronavírus

27/05/2020

 

Pindamonhangaba conta com mais dois óbitos suspeitos por coronavírus, mais um caso testado positivo e mais um paciente recuperado. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (27), pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde da Prefeitura.
Com esses novos casos, agora Pinda apresenta 45 testados positivos, um total de 2 óbitos suspeitos e 28 pacientes recuperados. Além desses números, permanece o total de 3 óbitos confirmados. Todas as informações sobre coronavírus e dengue podem ser conferidas no boletim da Vigilância Epidemiológica desta quarta-feira.
Os óbitos suspeitos são de pacientes do sexo masculino, que deram entrada na rede pública (UPA de Moreira César e Pronto-Socorro), sendo que um deles de 82 anos e o outro de 85 anos. As famílias já foram avisadas e orientadas, e todas as precauções sanitárias foram tomadas. A Prefeitura de Pindamonhangaba se solidariza e manifesta o pesar à família dos pacientes.
O caso testado positivo é de uma mulher de 49 anos, moradora do bairro Triângulo. Ela está internada na enfermaria da Santa Casa.
O paciente recuperado de coronavírus é um homem de 36 anos, morador do Jardim Rosely.
Participação da população – A Prefeitura de Pindamonhangaba reforça as recomendações: que quem puder, fique em casa, respeitando a quarentena definida pelo Governo do Estado de São Paulo para até o dia 31 de maio, e quem precisar sair, que use máscara e higienize constantemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Um dado de destaque no boletim de hoje é a porcentagem de apenas 46% de adesão da população à quarentena, quando o necessário para que a cidade seja contemplada no Plano São Paulo de flexibilização é de 55%. Por isso, a adesão da população ao isolamento é item essencial para que a cidade possa ser integrada no Plano criado pelo Governo do Estado, que determina ainda que a cidade, para ser contemplada, tenha 14 dias sem casos novos e ocupação máxima de 60% dos leitos hospitalares.

Compartilhar: